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Mostrando postagens de 2014

Happy Gilmore está pela sexta vez mais happy

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Stephanie Gilmore sagrou-se hoje pela sexta vez campeã mundial de surf, após Carissa Moore vencer a última etapa do WWCT (Women’s World Championship Tour), o Target Maui Pro, que decorreu nos últimos dias na baía de Honolua, no Havai.
As atenções estavam focadas em três atletas: Stephanie Gilmore, Sally Fitzgibbons e Tyler Wright, em primeiro, segundo e terceiro lugares do ranking, respectivamente. Stephanie foi a primeira a cair. Nos quartos-de-final, a australiana de 26 anos perdeu a bateria para Courtney Conlogue. Triste, irritada e todos os adjectivos negativos que podemos utilizar, Gilmore já tinha perdido a esperança de recuperar a taça. Qual a surpresa quando, no heat seguinte, Fitzgibbons é eliminada por Bianca Buitendag. Restava Tyler para decidir o desfecho.
Lakey Peterson jogou forte. Um 9,30 deu-lhe confiança, mas Tyler, focada, não brincou em serviço. Afinal era o título que estava em causa e que tirou Owen Wright da cama para ver a performance da irmã mais nova. Com um 17…

Target Maui Pro. Decisão para o título já começou

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Parecia mentira quando o alerta foi dado. De um lado temos o segundo evento de três do Vans Triple Crown, a competição prime Vans World Cup, a decorrer em Sunset Beach, na ilha de Oahu. Do outro, a derradeira etapa feminina, a decorrer na ilha de Maui, o Target Maui Pro. E se as condições para elas estiveram de gala, para eles nem tanto, mas primeiro as senhoras.

Após três dias consecutivos de lay-day, Tyler Wright, Stephanie Gilmore e Sally Fitzgibbons fizeram jus à luta pelo título, avançando directamente para a terceira ronda do evento. A primeira fez como se estivesse em casa. Um 9,23 e um 9,67 fizeram com que Laura Enever e Page Hereb, que já está fora do circuito do próximo ano, fossem parar às repescagens da segunda ronda. “Não estou preocupada com a competição nas minhas baterias. Acima de tudo, gosto quando as raparigas estão a surfarem bem, pois isso inspira-me para tentar ainda mais. Quando surfo uma onda só quero dar o meu melhor e é só isso que me preocupa”, disse a austr…

“Brazilian Storm”? É isso aí...

Não, não somos nós que estamos a torcer para que Gabriel Medina vença o título de campeão mundial de surf, mas sejamos sinceros: há melhor maneira de apimentarmos a história do surf mundial?

Certo é que os brasileiros estão a dar que falar. Acreditamos que tenha começado quando Adriano de Souza tocou o sino de Bells Beach (2013), tornando-se no primeiro surfista masculino brasileiro a fazê-lo. Na altura, a imprensa brasileira já falava na “brazilian Storm” e muito provavelmente nem imaginaram a repercussão que tal frase iria ter no desporto.

Nesta época foi ver para crer. Medina tem arrasado no WCT, Filipe Toledo já venceu duas provas primes este ano (Vans US Open of Surfing e o Oneill SP Prime), Wiggolly Dantas ficou com o prime em Saquarema, Jesse Mendes nos Açores e Jadson André fez dobradinha em Cascais. Se tudo correr como previsto, além de Toledo, Gabriel, Adriano de Souza, Jadson André, Alejo Muniz e Miguel Pupo no “Dream Tour”, ainda vamos poder contar com Wiggolly, Italo Ferr…

Surfstoke. A rede social que vai juntar surfistas

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Agora já é possível saber tudo sobre o spot de surf de eleição. Criada para surfistas e amantes de ondas, através da Surfstoke, uma rede social para praticantes da modalidade, já é possível saber como estão as condições do mar.
Como funciona? Simples. A aplicação, gratuita e disponível para iOS e Android, permite que  de forma simples e intuitiva, “os utilizadores da app façam check-in mal cheguem à praia, criando um surf report que integra a informação do estado do mar (fornecida pelo Instituto Hidrográfico e automaticamente carregada na app) e a sua opinião - sustentada num comentário, rating e uma fotografia. De seguida, os utilizadores têm a opção de partilhar o seu report com todos os membros da app ou apenas com um ou dois amigos, salvaguardando os chamados secret spots.”
A ideia partiu de Joana Matos, Francisco Brito, João Rodrigues e Nuno Ferro, num concurso de empreendedorismo - Desafio Mar powered by Portugal Telecom – no qual era necessário as equipas participantes submetere…

Surfar e viver com Bruno Garrudo. Keep it simple

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A última vez que estivemos com Bruno Garrudo – Stuck, como lhe chamam –, no Sagres Surf Culture, ele já nos tinha alertado que vinha aí mais uma obra de arte. Artista por natureza, não consegue ficar quieto. Por essa razão é que, muito provavelmente, conseguimos ter acesso a “Deambulações”, um livro que retrata algumas de muitas viagens feitas pelo autor, e que teve estreia mundial no dia 30 de Outubro, no Surf At Lisbon (SAL), no cinema São Jorge, em Lisboa.
Fotógrafo, pintor, escritor, e tudo mais que se possa imaginar. Não vale é deixar a vida passar entre os dedos. Há muito que Bruno se entregou ao acaso, fazendo o que mais o deixa feliz: surfar. Sendo o mar a sua casa, a nossa conversa não poderia ter acontecido noutro lugar. O artista escolhe e nós aceitamos. “A ideia de fazer este livro surgiu há uns anos. Não sei dizer especificamente quando. Já tinha viajado imenso, fotografado, escrito. Aliás, comecei a fotografar e a escrever durante essas viagens”, começou por referir, mas…

Kelly Slater. “ As estrelas de rock estão sempre a partir guitarras”

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Kelly Slater guarda boas recordações de Peniche. Em 2010, sagrava-se campeão em Supertubos, numa final disputada com Bede Durbidge. Desde então nunca mais voltou a fazer a mesma proeza. Em 2011 esteve muito perto, mas Adriano de Souza tratou logo de arrumar o assunto, garantindo que aquele era o seu ano. Mineirinho curvou-se perante o “rei”, dando-lhe quase uma chapada de luva branca. É assim.
Desde então, com Portugal tem tido uma relação agridoce. “Sim, sem dúvida que temos uma relação difícil. Tive uma semana incrível e esta foi uma porcaria”, disse descontraído. Slater perdeu precocemente o Moche Rip Curl Pro Portugal, seguido de Gabriel Medina, levando assim a discussão para o Havai. Claro que não foi fácil e o próprio admitiu-nos.
“Mais do que tudo sinto-me frustrado. As ondas vêm sempre ao meu encontro. Quando tive prioridade aproveitei-a, mas a onda não era assim tão boa e penso que a segunda ou a terceira eram melhores aliás, acho que foram as ondas do heat”, disse no fina…

Surfterra. O ponto de encontro entre surfistas e fotógrafos

“Não existe nenhuma plataforma no mundo feita por surfistas e fotógrafos, que vivem esta paixão pelas ondas e que no fundo é isso que os une.” É assim que José Maria Leitão de Sousa descreve o mais recente projecto Surfterra- uma plataforma online que permite ao fotógrafo publicar as imagens capturadas de uma sessão de surf e ao surfista anónimo obter essa imagem.

Lançado há cerca de um mês, a ideia partiu do seu tio, Miguel Dray, surfista há mais de 30 anos. “Ele já teve muitas experiências no surf e tem muitos contactos com fotógrafos e surfistas em Portugal. Mas foi durante as suas viagens à procura de ondas que percebeu que faltava aqui algo que ajudasse os surfistas e os fotógrafos a terem uma relação melhor. Daí surgiu esta plataforma que no fundo veio colmatar esse espaço que existe entre os dois”, explicou ao i.

Dividido em dois users, o sufista e o fotógrafo, têm de estar obrigatoriamente registados no site. “O surfista escreve, por exemplo, que esteve nos Coxos entre às 12h …

O melhor é deixar de ser namorada de surfista e passar a ser surfista

Em 2011, Fred D’ Orey, uma referência do surf brasileiro, escrevia que ser namorada de surfista não era pêra doce. No início, a ideia de ir para a praia apanhar sol, viajar e correr atrás do swell ia soar como música para os ouvidos, mas com o tempo a paciência ia começar a esgotar-se. “Tem que ser o tempo todo? Dá para falar de outra coisa? Não dá para a gente fazer um programa diferente?" Claro está que será preciso muita paciência e força de vontade para continuar a relação. Nada que não seja impossível, mas é melhor ter-se em conta alguns aspectos:
Prioridades: O surf vem sempre em primeiro lugar. Quanto mais cedo se aceitar esta premissa melhor. As noitadas são para esquecer se a ondulação do ano se aproxima. A atenção dele estará focada nos preparativos da sessão.
Tempo na água: É quase a sua primeira casa, se não a primeira. Uma hora é pouco para o surfista que está habituado a ficar uma manhã ou a tarde toda dentro de água. O mais certo é passar lá o dia com algumas parage…

"Estou bem aonde não estou"

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"Estou bem aonde não estou
Porque eu só quero ir aonde eu não vou. Porque eu só estou bem aonde não estou porque eu só quero ir a onde eu não vou. Porque eu só estou bem aonde não estou"

Onde quer que vamos ficamos fascinados com o que encontramos. Desta vez não foi diferente. Partimos de Monte Gordo, no Algarve, rumo a Jeres de la Frontera, em Espanha. São cerca de três horas, pouco mais. Uma pequena ciudad que nos proporcionou conforto, mostrou-nos a sua beleza e a vida das suas gentes. Juan Carlos é um dos sócios da pensão La Fonda Barranco (quase um hotel de cinco estrelas, a nosso ver) onde ficámos instalados.


Uma casa ao estilo árabe, aberta no meio, permitindo assim a entrada da claridade através da clarabóia. Lá em cima, um pequeno terraço com vista sobre a catedral. Lindo, sem dúvida. Como verdadeiro anfitrião, Juan Carlos convida-nos para jantar numa bodega, onde todos os domingos se reúne com os amigos para cantar Flamenco. Lá fomos. 
Pelo caminho, apanhámos a procis…

GAUCHOS DEL MAR. “NÃO É SÓ CHEGAR, SURFAR E SAIR. É APRENDER OS COSTUMES”

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Joaquín, de 26, e Julián, de 28, acreditam que é possível viver do que mais se gosta e sem limites
“Tierra de Patagones” retrata a história de dois irmãos que se aventuraram pela região da Patagónia durante seis meses em busca de novas descobertas, novos amigos, novas culturas e novas ondas.
Começou por ser um sonho de criança, mas acabou por se tornar realidade, quando em 2010 Joaquín e Julián Azulay decidiram agarrar na prancha e percorrer a Califórnia até ao sul do Chile, dando assim início ao projecto Gauchos del Mar. “Durante quatro/cinco dias, acampámos e convivemos com a gente local. Fomos filmando e surgiu o nosso primeiro filme, que foi um enorme sucesso para nós. Ganhámos nove prémios nos festivais e isso deu-nos força para avançar com este segundo filme ”, explicou Joaquín, que se encontra em Portugal, na Ericeira, para a 3ª edição do Allianz Portuguese Surf Film Festival, que teve início oficial na quinta-feira. Ontem foi a vez de assistirmos a “Tierra de Patagones”, um fi…

Tiago Pires. "Ainda está para acontecer aquele resultado que me vai dar muita confiança"

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Após um ano complicado, em que afirmou estar habituado ao stresse de fim de época, Tiago "Saca" Pires regressou ao circuito mundial de surf mais forte do que nunca. Não pelos resultados (tem três 13.o lugares, um 25.o), mas pela postura que assumiu. Pouco antes da 6.a etapa do World Championship Tour, que acontece já no dia 10 de Julho, em Jeffreys Bay, estivemos à conversa com o único surfista português no tour.

Já estás melhor da tua lesão?
Não vou dizer que estou a 100% e que não sinto nada, pois infelizmente isso ainda não acontece. Mas estou a sentir--me cada vez mais forte dentro de água. Uma coisa boa desta última vez que me magoei na Austrália [razão pela qual falhou a segunda etapa] é que desde muito cedo o movimento que me está a provocar dor não é o que faço no surf. Desta vez fiz uma hiperextensão e é aí que ainda sinto dor. Acaba por não afectar o meu surf, pois como vou em pé, com as pernas um pouco flectidas, não sinto dor. Mas a lesão ainda está …

International Surfing Association. A fazer história desde 1964

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A comemorar 50 anos, a International Surfing Association tem tido um papel fundamental nos desportos aquáticos
Já lá vão 50 anos desde que os australianos Bernard “Midget” Farrelly e Phyllis O´Donnell subiram ao pódio, tornando-se assim nos primeiros campeões mundiais de surf, masculino e feminino, respectivamente. Isto numa altura em que a modalidade crescia a passos largos do outro lado do mundo. “Aconteceram algumas coisas ao mesmo tempo no surf que o tornou popular na altura do campeonato. E isso veio do nada”, recordou Farrelly anos mais tarde. Coube ao peruano Eduardo Arena estar à frente da até então International Surfing Federation (que em 1976 mudou o nome para International Surfing Association). O objectivo era único: promover campeonatos mundiais.
Após o sucesso em Manly, Austrália, onde decorreu a primeira prova, no ano seguinte (1965), foi a vez de Felipe Pomar elevar o Peru, vencendo a prova em Punta Rocas, seguido de Nat Young (em 1966).  “Penso que a performance do Nat em …

Gabriel Medina. “A nova geração está a caminho e fico feliz por poder representá-la”

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Foi a segunda final de Gabriel Medina nas Fiji e a primeira vez que um brasileiro conquistou o título da etapa. Em 2011, o surfista de 20 anos subiu ao pódio, mas era Kelly Slater quem erguia o troféu





“Eu, o Gabriel Medina e o Filipe Toledo aparecemos com outro nível de surf, mas ainda assim há aquele estigma que é preciso ser campeão mundial para provar ao mundo de que somos capazes", referiu Adriano de Souza numa entrevista, já bem depois de, no ano passado, ter vencido em Bells Beach, tornando-se o primeiro surfista masculino brasileiro a tocar o sino (Silvana Lima foi a primeira). Como escreveu um jornalista brasileiro no final da época passada: É o “brazillian storm”.

Pois bem, a profecia parece estar a cumprir-se. Gabriel não pára de dar nas vistas e colocar o Brasil na boca do mundo (sim, sabemos que o mundial que está aí à porta também dá protagonismo ao país). Primeiro na Gold Coast, Austrália - quintal de Joel Parkinson, que por sua vez teve de contentar-se com o segundo …

“North of The Sun”. Só foi preciso a prancha de surf... o resto estava na praia

Dois amigos decidiram tomar uma atitude e durante nove meses viveram do lixo que estava na praia. O resultado? Uma casa. Ah, e muito surf nas água gelada do Ártico
Eh lá! Mas que dois. É o que pensamos após assistirmos ao filme “North of The Sun”, sentados na relva do Centro de educação ambiental de Torres Vedras, a propósito da segunda mostra de roadshow do Allianz Portuguese surf Film Festival (a primeira teve lugar na ilha Terceira, nos Açores). A escolha da mostra não foi à toa, já que estávamos a celebrar o dia do ambiente.
Jorn Nyseth Ranum, de 25, e Inge Wegge, de 28, agarraram a causa. “No Círculo Polar Árctico, dois amigos vão para esta baía surfar e acabam por passar aí o Inverno. Recolhem o lixo todo da praia e, com o que apanham, constroem uma casa. Um filme sustentável e ecológico. É a filosofia deste festival [que se realiza no final deste mês, na Ericeira]”, contou Susana Andrade, organizadora do evento.
Os dois noruegueses conheceram-se um ano antes de a aventura começar,…

Sally Fitzgibbons: “Foi um grande dia para o surf feminino”

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Fiji foi prova de fogo. Fora do circuito desde 2006, Cloudbreak e Restaurants voltou a fazer parte da agenda do circuito mundial de surf feminino. “Independente, competitivo, belo e sexy. Assim deve ser o surf feminino”, lê-se num artigo de opinião, publicado no i. Sem dúvida que as mulheres estão a ganhar território no mar e, consequentemente, na indústria.
Nesta quinta paragem da ASP Samsung Galaxy, assistimos a ondas de excelência com atletas que provaram o seu valor (mesmo que houvesse algo para provar). Quedas fortes (Maria Manuel, Laura Enever), lesões (Malia Manuel), tubos (Sally Fitzgiboons), pranchas partidas (Laura Enever e Malia Manuel). O surf feminino está sem dúvida competitivo e belo.

Coube a Sally o gosto da vitória (a segunda deste ano e consecutiva, já que venceu o Billabong Rio Pro) e a Stephanie Gilmore o segundo lugar no pódio. “Estou exausta. Hoje foi um dia de guerreiros. Tantas vezes que nos magoámos no reef e tivemos que continuar. Foi um grande dia para o sur…

Meir. "Desde que me tornei Baal Teshuva o meu surf melhorou"

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"Enquanto o mar e as ondas continuarem a fascinar-me, vou continuar a surfar...ao mesmo tempo que estudo a Bíblia." As palavras são de Meir, um judeu ultra-ortodoxo que encontrou a fé no surf ou o surf na fé. Quem nos apresenta Meir é Gai Shtienberg, que publica o seu trabalho fotográfico no site The Inertia. O fotógrafo israelita de 30 anos não esconde o fascínio pela sua cultura, sendo o próprio estranho à mesma.

A curiosidade levou-o a Meir. "Tive a ideia de contar a história depois de ver um projecto de um fotógrafo australiano sobre surfistas na Faixa de Gaza. Nessa altura estava a pensar fazer um documentário sobre judaísmo ortodoxo, mas depois das filmagens aquilo começou a aborrecer-me", confessa. "Entre o meu projecto inacabado e o do fotógrafo, tive uma ideia para um novo documentário", explica-nos por email. Surfista desde os 14 anos, Gai sabia exactamente o que queria. "Comecei a falar com uns amigos e a perguntar-lhes se sabiam ou conhec…

Trick. Uma tábua de skate partida é talher em cima da mesa

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Desde que fez uma surftrip a Portugal, a convite de um amigo, Marino Cardelli diz que não há um único dia que não pense nas ondas. "Para mim, o surf foi uma grande escola de vida e inspiração", admitiu ao i. É assim que Marino se apresenta, juntamente com uns talheres feitos de tábuas de skate partidas. Já falaremos mais sobre o assunto.

Natural da República de São Marino, um pequeno Estado independente no centro de Itália, onde se encontra neste momento, Cardelli é um atleta completo. Aos sete anos, por influência dos pais, já era esquiador alpino. Aos 13 tornou- -se atleta oficial, tendo chegado às competições internacionais e aos 18 participou nos Jogos Olímpicos de Inverno de Turim, repetindo o feito aos 22 anos, em Vancouver.
"Sendo uma região montanhosa, a localidade oferece condições de excelência para a prática de ski, BTT, jogging, escalada e desportos urbanos, como o skateboard", explica-nos. Era quase obrigatório dedicar-se também ao skate. "Perto d…

Stephanie Gilmore. A versão feminina de Kelly Slater

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Gosta que os outros tenham prazer em vê-la surfar e considera o seu surf "descontraído". As suas inspirações são Lisa Andersen, Kelly Slater, Joel Parkinson, mas este ano, na primeira etapa do circuito mundial, sentiu-se como Mick Fanning dentro de um tubo. Stephanie Gilmore dispensa apresentações. Tem cinco títulos mundiais (2007,2008,2009, 2010 e 2012), é simpática e inteligente. Quando menos esperávamos, estava sozinha a olhar o mar. A surfista de 25 anos, natural de New South Wales, Austrália, conversou connosco

Slater virou mulher
“É um elogio e bem grande. O Kelly é um freak e aprendi muito com ele. Onze títulos mundiais? Estou muito longe de imaginar isso para mim. Mas adoro o facto de ele continuar a ser o melhor, querer ser o melhor e mostrar que para ele a idade é só um número. Acho que é uma inspiração para qualquer ser humano. Não sei se serei a versão feminina… sou um bocado mais alta que ele [risos]. Sei que com essa idade vou estar a surfar, com toda a certez…