Gabriel Medina. “A nova geração está a caminho e fico feliz por poder representá-la”
Foi a segunda final de Gabriel Medina nas Fiji e a primeira vez que
um brasileiro conquistou o título da etapa. Em 2011, o surfista de 20 anos
subiu ao pódio, mas era Kelly Slater quem erguia o troféu
“Eu, o Gabriel Medina e o Filipe Toledo aparecemos com outro nível de surf, mas ainda assim há aquele estigma que é preciso ser campeão mundial para provar ao mundo de que somos capazes", referiu Adriano de Souza numa entrevista, já bem depois de, no ano passado, ter vencido em Bells Beach, tornando-se o primeiro surfista masculino brasileiro a tocar o sino (Silvana Lima foi a primeira). Como escreveu um jornalista brasileiro no final da época passada: É o “brazillian storm”.
Pois bem, a profecia parece estar a cumprir-se. Gabriel não pára de dar nas vistas e colocar o Brasil na boca do mundo (sim, sabemos que o mundial que está aí à porta também dá protagonismo ao país). Primeiro na Gold Coast, Austrália - quintal de Joel Parkinson, que por sua vez teve de contentar-se com o segundo lugar – e agora em Cloudbreak, Fiji. “Nunca houve um campeão mundial brasileiro e esta é a nossa oportunidade, por isso não a vou desperdiçar”, disse Medina em entrevista à “Surfer Magazine”. Verdade seja dita, o atleta de Maresias está, pela segunda vez este ano, na liderança do ranking.
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades Se por um lado o menino prodígio está no auge internacional, por cá vai-se comentando o que se significará a sua vitória. Surfistas da velha guarda, que defendem o surf na sua essência, criticam a nova geração. “Falta técnica, falta estilo”, “não é um surf bonito”, “surf robótico”, “fazem o que os juízes querem ver […] critérios mal avaliados”, dizem uns, enquanto outros lembram a evolução da modalidade.
Uma coisa é certa. O surf de competição está a crescer (para o bem e para o mal), juntamente com uma nova geração - que tem andado a desafiar os "cotas" do tour, e isto inclui Slater, Taj Burrow, Mick Fanning, Joel Parkinson, e mais uns quantos. Medina concorda. “A nova geração está a caminho…. E fico feliz por poder representá-la. Não sou só eu… o Kolohe, o Nat Young. Estamos a ganhar força.”
Pois bem, a profecia parece estar a cumprir-se. Gabriel não pára de dar nas vistas e colocar o Brasil na boca do mundo (sim, sabemos que o mundial que está aí à porta também dá protagonismo ao país). Primeiro na Gold Coast, Austrália - quintal de Joel Parkinson, que por sua vez teve de contentar-se com o segundo lugar – e agora em Cloudbreak, Fiji. “Nunca houve um campeão mundial brasileiro e esta é a nossa oportunidade, por isso não a vou desperdiçar”, disse Medina em entrevista à “Surfer Magazine”. Verdade seja dita, o atleta de Maresias está, pela segunda vez este ano, na liderança do ranking.
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades Se por um lado o menino prodígio está no auge internacional, por cá vai-se comentando o que se significará a sua vitória. Surfistas da velha guarda, que defendem o surf na sua essência, criticam a nova geração. “Falta técnica, falta estilo”, “não é um surf bonito”, “surf robótico”, “fazem o que os juízes querem ver […] critérios mal avaliados”, dizem uns, enquanto outros lembram a evolução da modalidade.
Uma coisa é certa. O surf de competição está a crescer (para o bem e para o mal), juntamente com uma nova geração - que tem andado a desafiar os "cotas" do tour, e isto inclui Slater, Taj Burrow, Mick Fanning, Joel Parkinson, e mais uns quantos. Medina concorda. “A nova geração está a caminho…. E fico feliz por poder representá-la. Não sou só eu… o Kolohe, o Nat Young. Estamos a ganhar força.”

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