Sally Fitzgibbons: “Foi um grande dia para o surf feminino”

Fiji foi prova de fogo. Fora do circuito desde 2006, Cloudbreak e Restaurants voltou a fazer parte da agenda do circuito mundial de surf feminino. “Independente, competitivo, belo e sexy. Assim deve ser o surf feminino”, lê-se num artigo de opinião, publicado no i. Sem dúvida que as mulheres estão a ganhar território no mar e, consequentemente, na indústria.

Nesta quinta paragem da ASP Samsung Galaxy, assistimos a ondas de excelência com atletas que provaram o seu valor (mesmo que houvesse algo para provar). Quedas fortes (Maria Manuel, Laura Enever), lesões (Malia Manuel), tubos (Sally Fitzgiboons), pranchas partidas (Laura Enever e Malia Manuel). O surf feminino está sem dúvida competitivo e belo.

Coube a Sally o gosto da vitória (a segunda deste ano e consecutiva, já que venceu o Billabong Rio Pro) e a Stephanie Gilmore o segundo lugar no pódio. “Estou exausta. Hoje foi um dia de guerreiros. Tantas vezes que nos magoámos no reef e tivemos que continuar. Foi um grande dia para o surf feminino”, disse a australiana após a vitória.´

“O surf ficou complicado no final do dia. Houve boas ondas, mas é um lineup difícil e fácil de estarmos no local errado […] foi um óptimo dia, as raparigas esforçaram-se e foi óptimo as Fiji estarem de volta no calendário da ASP. Prontas para a próxima”, disse Gilmore. Let´s go girls.




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