“Brazilian Storm”? É isso aí...
Não, não somos nós que estamos a torcer para que Gabriel Medina vença o título de campeão mundial de surf, mas sejamos sinceros: há melhor maneira de apimentarmos a história do surf mundial?
Certo é que os brasileiros estão a dar que falar. Acreditamos que tenha começado quando Adriano de Souza tocou o sino de Bells Beach (2013), tornando-se no primeiro surfista masculino brasileiro a fazê-lo. Na altura, a imprensa brasileira já falava na “brazilian Storm” e muito provavelmente nem imaginaram a repercussão que tal frase iria ter no desporto.
Nesta época foi ver para crer. Medina tem arrasado no WCT, Filipe Toledo já venceu duas provas primes este ano (Vans US Open of Surfing e o Oneill SP Prime), Wiggolly Dantas ficou com o prime em Saquarema, Jesse Mendes nos Açores e Jadson André fez dobradinha em Cascais. Se tudo correr como previsto, além de Toledo, Gabriel, Adriano de Souza, Jadson André, Alejo Muniz e Miguel Pupo no “Dream Tour”, ainda vamos poder contar com Wiggolly, Italo Ferreira e Tomas Hermes. Numa entrevista ao “i”, Matt Warshaw, responsável pela “encyclopedia of Surfing”, entre outros tantos livros da especialidade, dizia que “é bom que o mundo do surf comece a aprender português”. Isto porque a juntar-se a tudo isto há a forte possibilidade de Gabriel Medina se sagrar campeão, que na opinião do escritor era um título bem merecido. “O Gabe vai ganhar o título por uma grande margem e é bem merecido. É emocionante de ver, tem uma excelente cabeça para a competição e quer alcançar isso mais do qualquer um […] dou-lhe os meus parabéns.”
Num entrevista recente à “SurfTotal”, Renato Hickel, tour manager do circuito mundial de surf, afirmou que “para o benefício do desporto”, acredita que “uma eventual vitória de Medina é muito mais importante que o 12º título do Kelly Slater.” Entenda-se que o responsável, ao contrário do que muitos afirmaram, não está a tirar partido por Medina por ser seu conterrâneo, mas sim a mostrar que seria mesmo algo muito grande na história do surf acabar com a hegemonia australiana e americana/havaiana, tal como foi na altura em que Shaun Tomson levou o título para a África do Sul, esperando-se agora que Jordy Smith siga as suas pegadas.
Como se diz na gíria, muita água ainda vai correr, faltando ainda uma prime - Vans World Cup – e a derradeira etapa final do WCT, o Billabong Pipe Masters, onde Kelly Slater leva sete anos de avanço (1992,1994,1995, 1996,1999, 2008 e 2013). Embora lesionado de momento, não significa que o “rei” não faça acontecer mais um.
Certo é que os brasileiros estão a dar que falar. Acreditamos que tenha começado quando Adriano de Souza tocou o sino de Bells Beach (2013), tornando-se no primeiro surfista masculino brasileiro a fazê-lo. Na altura, a imprensa brasileira já falava na “brazilian Storm” e muito provavelmente nem imaginaram a repercussão que tal frase iria ter no desporto.
Nesta época foi ver para crer. Medina tem arrasado no WCT, Filipe Toledo já venceu duas provas primes este ano (Vans US Open of Surfing e o Oneill SP Prime), Wiggolly Dantas ficou com o prime em Saquarema, Jesse Mendes nos Açores e Jadson André fez dobradinha em Cascais. Se tudo correr como previsto, além de Toledo, Gabriel, Adriano de Souza, Jadson André, Alejo Muniz e Miguel Pupo no “Dream Tour”, ainda vamos poder contar com Wiggolly, Italo Ferreira e Tomas Hermes. Numa entrevista ao “i”, Matt Warshaw, responsável pela “encyclopedia of Surfing”, entre outros tantos livros da especialidade, dizia que “é bom que o mundo do surf comece a aprender português”. Isto porque a juntar-se a tudo isto há a forte possibilidade de Gabriel Medina se sagrar campeão, que na opinião do escritor era um título bem merecido. “O Gabe vai ganhar o título por uma grande margem e é bem merecido. É emocionante de ver, tem uma excelente cabeça para a competição e quer alcançar isso mais do qualquer um […] dou-lhe os meus parabéns.”
Num entrevista recente à “SurfTotal”, Renato Hickel, tour manager do circuito mundial de surf, afirmou que “para o benefício do desporto”, acredita que “uma eventual vitória de Medina é muito mais importante que o 12º título do Kelly Slater.” Entenda-se que o responsável, ao contrário do que muitos afirmaram, não está a tirar partido por Medina por ser seu conterrâneo, mas sim a mostrar que seria mesmo algo muito grande na história do surf acabar com a hegemonia australiana e americana/havaiana, tal como foi na altura em que Shaun Tomson levou o título para a África do Sul, esperando-se agora que Jordy Smith siga as suas pegadas.
Como se diz na gíria, muita água ainda vai correr, faltando ainda uma prime - Vans World Cup – e a derradeira etapa final do WCT, o Billabong Pipe Masters, onde Kelly Slater leva sete anos de avanço (1992,1994,1995, 1996,1999, 2008 e 2013). Embora lesionado de momento, não significa que o “rei” não faça acontecer mais um.
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