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Allianz Capítulo Perfeito com substituições de última hora

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Um dia, 16 tube riders e Carcavelos com tubos. Amanhã é dia de Capítulo Perfeito


É já amanhã que a praia de Carcavelos prepara-se para receber o Allianz Capítulo Perfeito powered by Billabong, num campeonato onde o tubo é a manobra de excelência. De acordo com a organização do evento, as condições vão estar de gala para os 16 atletas que irão participar.
Depois de convocados os 13 atletas (mais três wildcards) escolhidos pelo público para participar no evento, a organização foi notificada da indisponibilidade de alguns surfistas, tendo os mesmos de ser substituídos pela ordem de preferência do público. Por se encontrarem neste momento na Austrália a competirem num campeonato do circuito mundial de qualificação do World Surf League (Burton Automotive Pro  - WQS de 6000 pontos), Frederico Morais, Vasco Ribeiro e José Ferreira – atletas votados na categoria de “competidores” - não vão poder participar na prova. A substituir estavam Tomás Fernandes e Gony Zubizarreta, que também se encont…

Nathan Hedge. “A competição traz ao de cima o melhor e o pior de mim”

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Escolhido pelo público na categoria “International surfers” para participar no Allianz Capítulo Perfeito powered by Billabong, Nathan Hedge considera que ganhar “não é tudo”, o que não implica tentar a sorte e levar o troféu para a Austrália, de onde é natural.

Bruno Santos. “ Vou tentar trazer o título em homenagem ao Ricardinho”

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As raízes estão em Portugal, mas foi na cidade maravilhosa que cresceu. Bruno Santos prepara-se para participar no Allianz Capítulo Perfeito powered by Billabong, que se realiza na próxima sexta-feira, na praia de Carcavelos.
Escolhido para substituir Ricardo dos Santos, que faleceu no mês passado, Bruninho, como é chamado no meio, lamenta a situação, mas acredita que não há melhor forma de honrar o conterrâneo brasileiro que subir ao pódio e reclamar o título. “Infelizmente com o que aconteceu com o Ricardinho acabei ficando com a vaga dele, mas vou aproveitar a oportunidade para representá-lo da melhor forma possível, como ele faria, e tentar trazer esse título em homenagem a ele.” Free surfer por natureza, não há nada que o faça sentir melhor do que estar dentro do tubo por isso, acredita que as chances de vencer são elevadas. “Acho que é a melhor coisa que tem para fazer quando se está dentro de água surfando. Independentemente do mar estar grande, pequeno ou médio estou sempre…

Francisco Alves e Vasco Ribeiro para o Allianz Capítulo Perfeito

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Marlon Lipke. “O Capítulo Perfeito tem ondas clássicas”

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Já chegou por duas vezes à final, mas ainda não conseguiu levar a taça para casa. Escolhido pelo público na categoria “competidores” para participar no Allianz Capítulo Perfeito powered by Billabong, Marlon Lipke reconhece que ganhar não lhe “aconteceu muitas vezes mas é um sentimento único.”

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Rodrigo Herédia. “Ganhar será sempre um objectivo na vida”

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“Em 1997, deixei de competir e decidi organizar os campeonatos. Isto numa altura em que achava que existia uma lacuna na indústria. Não foi para estar próximo do surf, mas sim para trazer o meu conhecimento, enquanto competidor, europeu e internacional para o nosso país”, confessou-nos Rodrigo Herédia, durante uma conversa no Moche Rip Curl Pro Portugal, em 2013.

Parece que é desta. Após ter recebido um wildcard para participar no Allianz Capítulo Perfeito powered by Billabong, o organizador Do SATA Airlines Azores Pro (prova prime do circuito mundial de qualificação) garantiu que será a última vez que o vemos em competição. E para acabar, porque não acabar em grande? “Ganhar é um objectivo…. Será sempre um objectivo na vida.”

Natural de Carcavelos, conhece bem os cantos à casa. “É o melhor beach break do mundo que já surfei”, garantiu.

É de referir que, com um prize money total de 15 mil euros, este é um evento único onde os surfistas são avaliados única e exclusivamente em função …

Aritz Aranburu: “É um evento muito especial, com 16 dos melhores tube riders do mundo

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2008 foi o seu ano. Entrou para o circuito mundial de surf e aguentou ainda uma época, acabando por sair em 2009. Em 2014 voltou a juntar-se à elite, mas destavez não conseguiu manter o ritmo, voltando a afastar-se. Aritz Aranburu tem força de vontade e como não há duas sem três, o mais certo é ir lá parar novamente.
Mas enquanto isso não acontece, até porque tem toda esta época pela frente, o surfista basco está pronto para competir no Allianz CapítuloPerfeito powered by Billabong, que acontecerá na praia de Carcavelos, assim que se reunirem condições.
Escolhido pelo público na categoria de “international surfers”, o surfista de 29 anos não podia estar mais agradecido. “A verdade é que agradeço a todos os fãs por terem votado em mim… muito obrigado.”
Portugal não é um local estranho para Aritz, já que cultiva fortes amizades com surfistas como Gony Zubizarreta (surfista espanhol residente na Ericeira) ou Marlon Lipke. “A comida, as ondas e as pessoas… é tudo incrível. Adoro vir cá”…

Nicolau von Rupp. “Não há duas sem três”

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O atleta de 24 anos é um dos wildcards do Allianz Capítulo Perfeito
Já venceu a prova duas vezes, uma em Peniche, outra em Carcavelos (2013 e 2014, respectivamente) e garante que não há duas sem três. Entre alguns risos, Nicolau von Rupp  não esconde que espera voltar a levar a taça do Allianz Capítulo Perfeito powered by Billabong para casa.

Convidado para participar na prova, Nicolau já mostrou que não é fácil derrotá-lo. “Carcavelos tem uma onda inconsistente, mas nos seus dias está ao mesmo nível das melhores ondas do mundo”, disse, questionado sobre o local onde decorrerá o evento, pelo segundo ano consecutivo.
Quanto ao Capítulo Perfeito, o surfista da praia Grande não tem dúvidas: “é o evento que todos os surfistas sonham… é perfeito.”

Xaninho. “Portugal é um país cheio de capacidade mas ainda há gente que não se autovaloriza”

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“O Capítulo Perfeito é um campeonato perfeito para qualquer surfista.” É assim que Alexandre Ferreira, candidato apurado pelo público na categoria “soul surfer” para participar na prova, descreve o evento que dará início à época e que poderá arrancar a qualquer momento, se se verificar condições para tal.
Xaninho, como é conhecido no meio, não poupa nas palavras. Tanto apelou que o público ouviu e agora só terá de fazer o seu papel. “Acredito que os 16 atletas têm condições de estar no pódio e levantar a merecida taça”, afirmou o surfista de 35 anos, não escondendo que gostaria que fosse um português a realizar o feito. Quanto ao seu país, que tem estado nas luzes da ribalta no que toca à modalidade, o atleta de Cascais considera que Portugal está cheio de capacidade, mas “infelizmente temos muita gente que não se autovaloriza.”
Recorde-se que o período de espera do Allianz CapítuloPerfeito powered by Billabong já começou, estendendo-se até ao dia 15 de Março. Os atletas serão noti…

Happy Gilmore está pela sexta vez mais happy

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Stephanie Gilmore sagrou-se hoje pela sexta vez campeã mundial de surf, após Carissa Moore vencer a última etapa do WWCT (Women’s World Championship Tour), o Target Maui Pro, que decorreu nos últimos dias na baía de Honolua, no Havai.
As atenções estavam focadas em três atletas: Stephanie Gilmore, Sally Fitzgibbons e Tyler Wright, em primeiro, segundo e terceiro lugares do ranking, respectivamente. Stephanie foi a primeira a cair. Nos quartos-de-final, a australiana de 26 anos perdeu a bateria para Courtney Conlogue. Triste, irritada e todos os adjectivos negativos que podemos utilizar, Gilmore já tinha perdido a esperança de recuperar a taça. Qual a surpresa quando, no heat seguinte, Fitzgibbons é eliminada por Bianca Buitendag. Restava Tyler para decidir o desfecho.
Lakey Peterson jogou forte. Um 9,30 deu-lhe confiança, mas Tyler, focada, não brincou em serviço. Afinal era o título que estava em causa e que tirou Owen Wright da cama para ver a performance da irmã mais nova. Com um 17…

Target Maui Pro. Decisão para o título já começou

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Parecia mentira quando o alerta foi dado. De um lado temos o segundo evento de três do Vans Triple Crown, a competição prime Vans World Cup, a decorrer em Sunset Beach, na ilha de Oahu. Do outro, a derradeira etapa feminina, a decorrer na ilha de Maui, o Target Maui Pro. E se as condições para elas estiveram de gala, para eles nem tanto, mas primeiro as senhoras.

Após três dias consecutivos de lay-day, Tyler Wright, Stephanie Gilmore e Sally Fitzgibbons fizeram jus à luta pelo título, avançando directamente para a terceira ronda do evento. A primeira fez como se estivesse em casa. Um 9,23 e um 9,67 fizeram com que Laura Enever e Page Hereb, que já está fora do circuito do próximo ano, fossem parar às repescagens da segunda ronda. “Não estou preocupada com a competição nas minhas baterias. Acima de tudo, gosto quando as raparigas estão a surfarem bem, pois isso inspira-me para tentar ainda mais. Quando surfo uma onda só quero dar o meu melhor e é só isso que me preocupa”, disse a austr…

“Brazilian Storm”? É isso aí...

Não, não somos nós que estamos a torcer para que Gabriel Medina vença o título de campeão mundial de surf, mas sejamos sinceros: há melhor maneira de apimentarmos a história do surf mundial?

Certo é que os brasileiros estão a dar que falar. Acreditamos que tenha começado quando Adriano de Souza tocou o sino de Bells Beach (2013), tornando-se no primeiro surfista masculino brasileiro a fazê-lo. Na altura, a imprensa brasileira já falava na “brazilian Storm” e muito provavelmente nem imaginaram a repercussão que tal frase iria ter no desporto.

Nesta época foi ver para crer. Medina tem arrasado no WCT, Filipe Toledo já venceu duas provas primes este ano (Vans US Open of Surfing e o Oneill SP Prime), Wiggolly Dantas ficou com o prime em Saquarema, Jesse Mendes nos Açores e Jadson André fez dobradinha em Cascais. Se tudo correr como previsto, além de Toledo, Gabriel, Adriano de Souza, Jadson André, Alejo Muniz e Miguel Pupo no “Dream Tour”, ainda vamos poder contar com Wiggolly, Italo Ferr…

Surfstoke. A rede social que vai juntar surfistas

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Agora já é possível saber tudo sobre o spot de surf de eleição. Criada para surfistas e amantes de ondas, através da Surfstoke, uma rede social para praticantes da modalidade, já é possível saber como estão as condições do mar.
Como funciona? Simples. A aplicação, gratuita e disponível para iOS e Android, permite que  de forma simples e intuitiva, “os utilizadores da app façam check-in mal cheguem à praia, criando um surf report que integra a informação do estado do mar (fornecida pelo Instituto Hidrográfico e automaticamente carregada na app) e a sua opinião - sustentada num comentário, rating e uma fotografia. De seguida, os utilizadores têm a opção de partilhar o seu report com todos os membros da app ou apenas com um ou dois amigos, salvaguardando os chamados secret spots.”
A ideia partiu de Joana Matos, Francisco Brito, João Rodrigues e Nuno Ferro, num concurso de empreendedorismo - Desafio Mar powered by Portugal Telecom – no qual era necessário as equipas participantes submetere…

Surfar e viver com Bruno Garrudo. Keep it simple

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A última vez que estivemos com Bruno Garrudo – Stuck, como lhe chamam –, no Sagres Surf Culture, ele já nos tinha alertado que vinha aí mais uma obra de arte. Artista por natureza, não consegue ficar quieto. Por essa razão é que, muito provavelmente, conseguimos ter acesso a “Deambulações”, um livro que retrata algumas de muitas viagens feitas pelo autor, e que teve estreia mundial no dia 30 de Outubro, no Surf At Lisbon (SAL), no cinema São Jorge, em Lisboa.
Fotógrafo, pintor, escritor, e tudo mais que se possa imaginar. Não vale é deixar a vida passar entre os dedos. Há muito que Bruno se entregou ao acaso, fazendo o que mais o deixa feliz: surfar. Sendo o mar a sua casa, a nossa conversa não poderia ter acontecido noutro lugar. O artista escolhe e nós aceitamos. “A ideia de fazer este livro surgiu há uns anos. Não sei dizer especificamente quando. Já tinha viajado imenso, fotografado, escrito. Aliás, comecei a fotografar e a escrever durante essas viagens”, começou por referir, mas…

Kelly Slater. “ As estrelas de rock estão sempre a partir guitarras”

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Kelly Slater guarda boas recordações de Peniche. Em 2010, sagrava-se campeão em Supertubos, numa final disputada com Bede Durbidge. Desde então nunca mais voltou a fazer a mesma proeza. Em 2011 esteve muito perto, mas Adriano de Souza tratou logo de arrumar o assunto, garantindo que aquele era o seu ano. Mineirinho curvou-se perante o “rei”, dando-lhe quase uma chapada de luva branca. É assim.
Desde então, com Portugal tem tido uma relação agridoce. “Sim, sem dúvida que temos uma relação difícil. Tive uma semana incrível e esta foi uma porcaria”, disse descontraído. Slater perdeu precocemente o Moche Rip Curl Pro Portugal, seguido de Gabriel Medina, levando assim a discussão para o Havai. Claro que não foi fácil e o próprio admitiu-nos.
“Mais do que tudo sinto-me frustrado. As ondas vêm sempre ao meu encontro. Quando tive prioridade aproveitei-a, mas a onda não era assim tão boa e penso que a segunda ou a terceira eram melhores aliás, acho que foram as ondas do heat”, disse no fina…

Surfterra. O ponto de encontro entre surfistas e fotógrafos

“Não existe nenhuma plataforma no mundo feita por surfistas e fotógrafos, que vivem esta paixão pelas ondas e que no fundo é isso que os une.” É assim que José Maria Leitão de Sousa descreve o mais recente projecto Surfterra- uma plataforma online que permite ao fotógrafo publicar as imagens capturadas de uma sessão de surf e ao surfista anónimo obter essa imagem.

Lançado há cerca de um mês, a ideia partiu do seu tio, Miguel Dray, surfista há mais de 30 anos. “Ele já teve muitas experiências no surf e tem muitos contactos com fotógrafos e surfistas em Portugal. Mas foi durante as suas viagens à procura de ondas que percebeu que faltava aqui algo que ajudasse os surfistas e os fotógrafos a terem uma relação melhor. Daí surgiu esta plataforma que no fundo veio colmatar esse espaço que existe entre os dois”, explicou ao i.

Dividido em dois users, o sufista e o fotógrafo, têm de estar obrigatoriamente registados no site. “O surfista escreve, por exemplo, que esteve nos Coxos entre às 12h …

O melhor é deixar de ser namorada de surfista e passar a ser surfista

Em 2011, Fred D’ Orey, uma referência do surf brasileiro, escrevia que ser namorada de surfista não era pêra doce. No início, a ideia de ir para a praia apanhar sol, viajar e correr atrás do swell ia soar como música para os ouvidos, mas com o tempo a paciência ia começar a esgotar-se. “Tem que ser o tempo todo? Dá para falar de outra coisa? Não dá para a gente fazer um programa diferente?" Claro está que será preciso muita paciência e força de vontade para continuar a relação. Nada que não seja impossível, mas é melhor ter-se em conta alguns aspectos:
Prioridades: O surf vem sempre em primeiro lugar. Quanto mais cedo se aceitar esta premissa melhor. As noitadas são para esquecer se a ondulação do ano se aproxima. A atenção dele estará focada nos preparativos da sessão.
Tempo na água: É quase a sua primeira casa, se não a primeira. Uma hora é pouco para o surfista que está habituado a ficar uma manhã ou a tarde toda dentro de água. O mais certo é passar lá o dia com algumas parage…

"Estou bem aonde não estou"

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"Estou bem aonde não estou
Porque eu só quero ir aonde eu não vou. Porque eu só estou bem aonde não estou porque eu só quero ir a onde eu não vou. Porque eu só estou bem aonde não estou"

Onde quer que vamos ficamos fascinados com o que encontramos. Desta vez não foi diferente. Partimos de Monte Gordo, no Algarve, rumo a Jeres de la Frontera, em Espanha. São cerca de três horas, pouco mais. Uma pequena ciudad que nos proporcionou conforto, mostrou-nos a sua beleza e a vida das suas gentes. Juan Carlos é um dos sócios da pensão La Fonda Barranco (quase um hotel de cinco estrelas, a nosso ver) onde ficámos instalados.


Uma casa ao estilo árabe, aberta no meio, permitindo assim a entrada da claridade através da clarabóia. Lá em cima, um pequeno terraço com vista sobre a catedral. Lindo, sem dúvida. Como verdadeiro anfitrião, Juan Carlos convida-nos para jantar numa bodega, onde todos os domingos se reúne com os amigos para cantar Flamenco. Lá fomos. 
Pelo caminho, apanhámos a procis…

GAUCHOS DEL MAR. “NÃO É SÓ CHEGAR, SURFAR E SAIR. É APRENDER OS COSTUMES”

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Joaquín, de 26, e Julián, de 28, acreditam que é possível viver do que mais se gosta e sem limites
“Tierra de Patagones” retrata a história de dois irmãos que se aventuraram pela região da Patagónia durante seis meses em busca de novas descobertas, novos amigos, novas culturas e novas ondas.
Começou por ser um sonho de criança, mas acabou por se tornar realidade, quando em 2010 Joaquín e Julián Azulay decidiram agarrar na prancha e percorrer a Califórnia até ao sul do Chile, dando assim início ao projecto Gauchos del Mar. “Durante quatro/cinco dias, acampámos e convivemos com a gente local. Fomos filmando e surgiu o nosso primeiro filme, que foi um enorme sucesso para nós. Ganhámos nove prémios nos festivais e isso deu-nos força para avançar com este segundo filme ”, explicou Joaquín, que se encontra em Portugal, na Ericeira, para a 3ª edição do Allianz Portuguese Surf Film Festival, que teve início oficial na quinta-feira. Ontem foi a vez de assistirmos a “Tierra de Patagones”, um fi…

Tiago Pires. "Ainda está para acontecer aquele resultado que me vai dar muita confiança"

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Após um ano complicado, em que afirmou estar habituado ao stresse de fim de época, Tiago "Saca" Pires regressou ao circuito mundial de surf mais forte do que nunca. Não pelos resultados (tem três 13.o lugares, um 25.o), mas pela postura que assumiu. Pouco antes da 6.a etapa do World Championship Tour, que acontece já no dia 10 de Julho, em Jeffreys Bay, estivemos à conversa com o único surfista português no tour.

Já estás melhor da tua lesão?
Não vou dizer que estou a 100% e que não sinto nada, pois infelizmente isso ainda não acontece. Mas estou a sentir--me cada vez mais forte dentro de água. Uma coisa boa desta última vez que me magoei na Austrália [razão pela qual falhou a segunda etapa] é que desde muito cedo o movimento que me está a provocar dor não é o que faço no surf. Desta vez fiz uma hiperextensão e é aí que ainda sinto dor. Acaba por não afectar o meu surf, pois como vou em pé, com as pernas um pouco flectidas, não sinto dor. Mas a lesão ainda está …