Sally Fitzgibbons. A vitória tinha de voltar a pertencer-lhe
ASP / Daniel Smorigo
A última vez que venceu no Rio de Janeiro foi em 2012. A Adversária era a havaiana Coco Ho. Um ano antes, Carissa Moore roubou-lhe o protagonismo na final, sagrando-se campeã. Aquilo deve ter-lhe ficado entalado.
Sally adora o Rio. Adora o público e isso foi visível no seu rosto quando subiu ao pódio (pela primeira vez nesta época) para receber o prémio e fazer os agradecimentos.
Num confronto “aussie”, Tyler Wright foi a primeira a sair do seu caminho. A primeira entra para matar, já que queria repetir o feito do ano passado e vencer a prova, mas a segunda não deixou. Com o 7,67 e um 7,50 (15,17 pontos no total) Fitzgibbons estava na liderança e na final. Com 9,40 pontos numa onda e 8,57 na segunda, foi “piece of cake” para Carissa Moore eliminar Lakey Peterson que só consegui 0,83 e 5,17 pontos durante a bateria. 2011 repete-se.
“Trabalhei muito para vencer e estou feliz por isso. Há uma rivalidade boa entre mim e a Carissa. Temos sempre boas batalhas e sabia…
A última vez que venceu no Rio de Janeiro foi em 2012. A Adversária era a havaiana Coco Ho. Um ano antes, Carissa Moore roubou-lhe o protagonismo na final, sagrando-se campeã. Aquilo deve ter-lhe ficado entalado.
Sally adora o Rio. Adora o público e isso foi visível no seu rosto quando subiu ao pódio (pela primeira vez nesta época) para receber o prémio e fazer os agradecimentos.
Num confronto “aussie”, Tyler Wright foi a primeira a sair do seu caminho. A primeira entra para matar, já que queria repetir o feito do ano passado e vencer a prova, mas a segunda não deixou. Com o 7,67 e um 7,50 (15,17 pontos no total) Fitzgibbons estava na liderança e na final. Com 9,40 pontos numa onda e 8,57 na segunda, foi “piece of cake” para Carissa Moore eliminar Lakey Peterson que só consegui 0,83 e 5,17 pontos durante a bateria. 2011 repete-se.
“Trabalhei muito para vencer e estou feliz por isso. Há uma rivalidade boa entre mim e a Carissa. Temos sempre boas batalhas e sabia…