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Happy Gilmore está pela sexta vez mais happy

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Stephanie Gilmore sagrou-se hoje pela sexta vez campeã mundial de surf, após Carissa Moore vencer a última etapa do WWCT (Women’s World Championship Tour), o Target Maui Pro, que decorreu nos últimos dias na baía de Honolua, no Havai.
As atenções estavam focadas em três atletas: Stephanie Gilmore, Sally Fitzgibbons e Tyler Wright, em primeiro, segundo e terceiro lugares do ranking, respectivamente. Stephanie foi a primeira a cair. Nos quartos-de-final, a australiana de 26 anos perdeu a bateria para Courtney Conlogue. Triste, irritada e todos os adjectivos negativos que podemos utilizar, Gilmore já tinha perdido a esperança de recuperar a taça. Qual a surpresa quando, no heat seguinte, Fitzgibbons é eliminada por Bianca Buitendag. Restava Tyler para decidir o desfecho.
Lakey Peterson jogou forte. Um 9,30 deu-lhe confiança, mas Tyler, focada, não brincou em serviço. Afinal era o título que estava em causa e que tirou Owen Wright da cama para ver a performance da irmã mais nova. Com um 17…

Target Maui Pro. Decisão para o título já começou

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Parecia mentira quando o alerta foi dado. De um lado temos o segundo evento de três do Vans Triple Crown, a competição prime Vans World Cup, a decorrer em Sunset Beach, na ilha de Oahu. Do outro, a derradeira etapa feminina, a decorrer na ilha de Maui, o Target Maui Pro. E se as condições para elas estiveram de gala, para eles nem tanto, mas primeiro as senhoras.

Após três dias consecutivos de lay-day, Tyler Wright, Stephanie Gilmore e Sally Fitzgibbons fizeram jus à luta pelo título, avançando directamente para a terceira ronda do evento. A primeira fez como se estivesse em casa. Um 9,23 e um 9,67 fizeram com que Laura Enever e Page Hereb, que já está fora do circuito do próximo ano, fossem parar às repescagens da segunda ronda. “Não estou preocupada com a competição nas minhas baterias. Acima de tudo, gosto quando as raparigas estão a surfarem bem, pois isso inspira-me para tentar ainda mais. Quando surfo uma onda só quero dar o meu melhor e é só isso que me preocupa”, disse a austr…

“Brazilian Storm”? É isso aí...

Não, não somos nós que estamos a torcer para que Gabriel Medina vença o título de campeão mundial de surf, mas sejamos sinceros: há melhor maneira de apimentarmos a história do surf mundial?

Certo é que os brasileiros estão a dar que falar. Acreditamos que tenha começado quando Adriano de Souza tocou o sino de Bells Beach (2013), tornando-se no primeiro surfista masculino brasileiro a fazê-lo. Na altura, a imprensa brasileira já falava na “brazilian Storm” e muito provavelmente nem imaginaram a repercussão que tal frase iria ter no desporto.

Nesta época foi ver para crer. Medina tem arrasado no WCT, Filipe Toledo já venceu duas provas primes este ano (Vans US Open of Surfing e o Oneill SP Prime), Wiggolly Dantas ficou com o prime em Saquarema, Jesse Mendes nos Açores e Jadson André fez dobradinha em Cascais. Se tudo correr como previsto, além de Toledo, Gabriel, Adriano de Souza, Jadson André, Alejo Muniz e Miguel Pupo no “Dream Tour”, ainda vamos poder contar com Wiggolly, Italo Ferr…

Surfstoke. A rede social que vai juntar surfistas

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Agora já é possível saber tudo sobre o spot de surf de eleição. Criada para surfistas e amantes de ondas, através da Surfstoke, uma rede social para praticantes da modalidade, já é possível saber como estão as condições do mar.
Como funciona? Simples. A aplicação, gratuita e disponível para iOS e Android, permite que  de forma simples e intuitiva, “os utilizadores da app façam check-in mal cheguem à praia, criando um surf report que integra a informação do estado do mar (fornecida pelo Instituto Hidrográfico e automaticamente carregada na app) e a sua opinião - sustentada num comentário, rating e uma fotografia. De seguida, os utilizadores têm a opção de partilhar o seu report com todos os membros da app ou apenas com um ou dois amigos, salvaguardando os chamados secret spots.”
A ideia partiu de Joana Matos, Francisco Brito, João Rodrigues e Nuno Ferro, num concurso de empreendedorismo - Desafio Mar powered by Portugal Telecom – no qual era necessário as equipas participantes submetere…

Surfar e viver com Bruno Garrudo. Keep it simple

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A última vez que estivemos com Bruno Garrudo – Stuck, como lhe chamam –, no Sagres Surf Culture, ele já nos tinha alertado que vinha aí mais uma obra de arte. Artista por natureza, não consegue ficar quieto. Por essa razão é que, muito provavelmente, conseguimos ter acesso a “Deambulações”, um livro que retrata algumas de muitas viagens feitas pelo autor, e que teve estreia mundial no dia 30 de Outubro, no Surf At Lisbon (SAL), no cinema São Jorge, em Lisboa.
Fotógrafo, pintor, escritor, e tudo mais que se possa imaginar. Não vale é deixar a vida passar entre os dedos. Há muito que Bruno se entregou ao acaso, fazendo o que mais o deixa feliz: surfar. Sendo o mar a sua casa, a nossa conversa não poderia ter acontecido noutro lugar. O artista escolhe e nós aceitamos. “A ideia de fazer este livro surgiu há uns anos. Não sei dizer especificamente quando. Já tinha viajado imenso, fotografado, escrito. Aliás, comecei a fotografar e a escrever durante essas viagens”, começou por referir, mas…

Kelly Slater. “ As estrelas de rock estão sempre a partir guitarras”

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Kelly Slater guarda boas recordações de Peniche. Em 2010, sagrava-se campeão em Supertubos, numa final disputada com Bede Durbidge. Desde então nunca mais voltou a fazer a mesma proeza. Em 2011 esteve muito perto, mas Adriano de Souza tratou logo de arrumar o assunto, garantindo que aquele era o seu ano. Mineirinho curvou-se perante o “rei”, dando-lhe quase uma chapada de luva branca. É assim.
Desde então, com Portugal tem tido uma relação agridoce. “Sim, sem dúvida que temos uma relação difícil. Tive uma semana incrível e esta foi uma porcaria”, disse descontraído. Slater perdeu precocemente o Moche Rip Curl Pro Portugal, seguido de Gabriel Medina, levando assim a discussão para o Havai. Claro que não foi fácil e o próprio admitiu-nos.
“Mais do que tudo sinto-me frustrado. As ondas vêm sempre ao meu encontro. Quando tive prioridade aproveitei-a, mas a onda não era assim tão boa e penso que a segunda ou a terceira eram melhores aliás, acho que foram as ondas do heat”, disse no fina…

Surfterra. O ponto de encontro entre surfistas e fotógrafos

“Não existe nenhuma plataforma no mundo feita por surfistas e fotógrafos, que vivem esta paixão pelas ondas e que no fundo é isso que os une.” É assim que José Maria Leitão de Sousa descreve o mais recente projecto Surfterra- uma plataforma online que permite ao fotógrafo publicar as imagens capturadas de uma sessão de surf e ao surfista anónimo obter essa imagem.

Lançado há cerca de um mês, a ideia partiu do seu tio, Miguel Dray, surfista há mais de 30 anos. “Ele já teve muitas experiências no surf e tem muitos contactos com fotógrafos e surfistas em Portugal. Mas foi durante as suas viagens à procura de ondas que percebeu que faltava aqui algo que ajudasse os surfistas e os fotógrafos a terem uma relação melhor. Daí surgiu esta plataforma que no fundo veio colmatar esse espaço que existe entre os dois”, explicou ao i.

Dividido em dois users, o sufista e o fotógrafo, têm de estar obrigatoriamente registados no site. “O surfista escreve, por exemplo, que esteve nos Coxos entre às 12h …